quinta-feira, 28 de abril de 2016

SOBRE COISAS QUE ME FAZ FELIZ



Gente, como eu já disse aqui, sou atriz e produtora do Grupo Palco do Mil Sonhos - G.P.M.S e no último dia 19 de abril tivemos o XV Encontro Raça Afro e o evento foi simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O.
Eu fico a cada dia mais feliz em ver os frutos desse trabalho tão lindo.
Quer matar a curiosidade? Basta clicar no link abaixo:









sexta-feira, 18 de março de 2016

PROMESSAS HÃO DE SER CUMPRIDAS










Postzinho só pra informar que estou voltando e dessa vez é pra valer.
Ok. Já prometi isso várias vezes. Mas dessa vez é verdade. Não é promessa de político.




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A VOLTA DO BOÊMIO. NO CASO, DA BOÊMIA.

Quando eu era criança, tinha pavor que minha mãe resolvesse soltar o meu cabelo. Até chorava. Afinal, nenhuma coleguinha tinha o cabelo igual ao meu. Ou pelo menos, 98 % delas.
"Mãe, por que a Xuxa tem aquele cabelo? Quero um cabelo igual ao dela." E era assim. E foi assim um bom tempo.
Tive minha auto estima baixíssima por muitos e muitos anos. E infelizmente, pela minha vida passaram algumas pessoas que contribuíram pra isso.
Mas hoje é diferente. Como viciada em redes sociais que sou, posto fotos o tempo todo. Principalmente dos meus cabelos. Quanto mais volumosos e bagunçados, melhor. Hoje eu amo os meus cabelos, muito.
Ops...isso não é uma postagem sobre cabelos, nem sobre minha porção narcisa.
É sim, uma postagem sobre mim. Corrigindo: é uma postagem sobre transformação.
Sim, foi isso que aconteceu. Uma verdadeira transformação na minha vida. E não foi só nos cabelos. Foi uma transformação interior, tão profunda, tão intensa, que externou. As pessoas que sempre estiveram em minha vida notam facilmente a metamorfose.
Estou bem mais confiante em mim e no meu potencial, me amo incondicionalmente e não permito que ninguém mais me  achincalhe.
A volta do meu blog, entre outros projetos, marca esta minha nova fase. A começar pelo layout, que foi cuidadosamente e carinhosamente criado pelo meu amigo Antonio e que não só conseguiu fazer uma leitura de mim, como conseguiu transcrevê-la nesta capa linda. Está a minha cara!
Espero que vocês gostem do que verão por aqui. Quero sugestões, críticas (positivas ou não) e comentários, muitos comentários, porque como sabem, gosto de ibope e não nego.
Bem vindos ao meu mundo! 




sábado, 16 de março de 2013

ANTROPOLOGANDO...


Existe uma diferença entre ESTAR infeliz e SER infeliz. 
Penso que deve ser muito ruim SER infeliz.
Pessoas que SÃO infelizes (sim, conheço algumas) enxergam a vida turva e querem que todos ao seu redor tenham esta mesma neblina nos olhos. Pessoas que SÃO infelizes cansam quem está próximo - quando sobra alguém próximo. Pessoas que SÃO infelizes apontam em outras pessoas os defeitos que elas não enxergam em si.
Pessoas que SÃO infelizes perdem tempo sofrendo, amargurando, buscando uma justificativa para o fato de serem sempre injustiçadas, porque pessoas que SÃO infelizes acham sempre que são injustiçadas. Pessoas que SÃO infelizes, são sempre inverno, nunca primavera e verão.
Ah...pena de pessoas que SÃO infelizes...Deixam a vida passar, deixam as cores desbotarem, as luzes se apagarem e as portas se fecharem.
Pessoas que SÃO infelizes não vivem, , pois estão sempre em estado de letargia, entorpecidos com a sua própria tristeza.





domingo, 30 de dezembro de 2012

‎2013 COM UM BANHO NA LAJE!




Saúde? Saúde só é muito pouco. Quero mais do que todo o elenco do Miss Bumbum reunido.Felicidade? Só se for a alegria esfuziante de uma Bruna Marquezine tomando banho de mangueira na laje do Alemão.
Riqueza? A ponto de emprestar dinheiro para aquele menino do nome engraçado, Eike Batista. Quero miserinha em 2013 nada! Desejo a vocês, a alegria de um sambista em Madureira, a energia de uma bateria inteira vibrando dentro do peito, a ousadia, de uma odalisca no baile do vermelho e preto. Sempre invejei a barriguinha das moças das "Mil e Uma Noites”. Minha silueta nunca me permitiu a ousadia. Mais isso é uma outra crônica.
Desejo gosto de molho de manjericão, batida de limão pós praia, esconde-esconde nos lençóis com seu amor. Desejo fim do dia no Arpoador e alvorada na Lapa, entre cascos de cervejas e confissões inesperadas. Afinal, tem hora de suco de limão e hora de caipirinha. Quero funk do Roberto Carlos e romance com Mc Marcinho. Afinal, como nos ensina os Hawaianos, traição é traição, romance é romance e um lance é um lance.
Muitos lances, romances e amores. Que a alegria chegue rápido como uma Ferrari, mais passe lentamente como uma carroça em sítio de interior. E q tenhamos a sabedoria de pisar no freio ou no acelerador, tudo na hora certa, e um corpinho mais curvilíneo do que a Estrada de Santos, amor.
FE- LI- CI- DA-DES 2013.
Até!
                                                                         (Clarissa Monteagudo)


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

BOEMIA, AQUI ME TENS DE REGRESSO.




Após um longo e tenebroso inverno, outono, primavera e verão, eis-me aqui. "Eu voltei, voltei para ficar, pois aqui, aqui é o meu lugar..."
O meu mundo é esse, o mundo mágico das letras, das ideias, das inspirações. Não sei como consegui ficar tanto tempo longe dele. Talvez seja pelo fato de ter ficado tanto tempo longe de mim mesma.
Agora que encontrei o caminho de volta à mim, este me conduziu a vários outros pelos quais vale à pena caminhar. Meu Caldeirão de Informações é um deles. Por aqui, à partir de hoje, caminharei sempre. E sem cansar, porque a magia das palavras não cansa jamais.





quarta-feira, 6 de julho de 2011

UM QUÊ DE NOSTALGIA

Tem dias que bate uma nostalgia, uma saudade do que já passou, do que já vivi.

Começo tirar minhas lembranças do armário e com elas vem cheiros, sons, tudo que me remete a um tempo bom.

Dou gargalhadas com algumas recordações, deixo escapar uma lágrima por tantas outras.

É muito bom ter do que se lembrar. Dá uma sensação gostosa quando ouço uma música e ela me transporta imediatamente para uma época da minha vida, para um instante, um momento vivido.

Acho que com todo mundo acontece isso, né?
Afinal, que graça teria a vida se não se tivéssemos histórias para contar?